domingo, 21 de outubro de 2012

PLANOS DE AULAS CAPOEIRA


PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA
DISCIPLINA DE LUTAS

ALUNO: ERICK,  IVAN, JONATAN, GIOVANI
TEMA DE ESTUDO: CAPOEIRA
SUB - TEMA: GINGA, SEQUENCIA DO MESTRE PIMBA

OBJETIVOS

 

Vivenciar elementos da cultura corporal, orientando-se em espaços e tempos, Interagir, dentro do ambiente escolar.

 



PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

RECURSOS MATERIAIS
TEMPO PREVISTO


Feitor pega escravo: Os alunos dispostos em coluna , um segurando bem firme na cintura do outro. O primeiro fica com os braços abertos impedindo que o feitor possa alcançar o próximo escravo. Evolução: O feitor tentará de todas as formas ultrapassar esta coluna, que por sua vez, se movimentara da melhor maneira para não deixar ser pego o último escravo procurado pelo feitor.  

GINGA: Com os alunos dispersos em tabuleiro por diferes ritmos para eles perceberem e poder executar a ginga.

Sequencia mestre bimba I: Com os alunos dispersos em tabuleiro trabalha a ginga meia lua de frente, meia lua de frente com armada, Aú e role.

Sequencia mestre bimba I: Com os alunos dispersos em tabuleiro trabalha a ginga cocorinha, cocorinha com negativa e cabeceio.

Roda: realizar uma roda executando os dois movimentos simultaneamente.



10 MINUTOS



10 MINUTOS

10 MINUTOS

10 MINUTOS






5 MINUTOS

Referências Bibliográficas:
1.     Freita, Jorge luiz: Capoeira infantil.
2.     http://unicarportugal.no.sapo.pt/sequencia.htm acesso em: 13/09/2012 




PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA
DISCIPLINA DE LUTAS

ALUNO: ERICK,  IVAN, JONATAN, GIOVANI
TEMA DE ESTUDO: CAPOEIRA
SUB - TEMA: GINGA, SEQUENCIA DO MESTRE PIMBA

OBJETIVOS

 

Vivenciar elementos da cultura corporal, orientando-se em espaços e tempos, Interagir, dentro do ambiente escolar, Reconhecer, nos elementos da cultura corporal, uma opção de prática para o preenchimento sadio do tempo livre.
.

 



PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

RECURSOS MATERIAIS
TEMPO PREVISTO


ATENÇÃO CAPOEIRA: Dispõem-se as crianças em circulo ou em duas fileiras, sendo que uma fileira fique de frente com a outra. Cada criança recebera um respectivo numero. Dado o sinal de inicio, o educador no centro do circulo atira um objeto ao alto, chamado um número. A criança que possui o numero chamado devera agarrar o objetivo antes de cair no chão. Se não conseguir deverá ficar na posição de um movimento da capoeira como por exemplo cocorinha, a ginga etc. Conservando essa atitude até que uma  outra criança deixe também cair o objeto e a substitua.  

GINGA: Com os alunos dispersos em tabuleiro por diferes ritmos para eles perceberem e poder executar a ginga.

Sequencia mestre bimba II: Com os alunos dispersos em tabuleiro trabalha a ginga queixada, cocorinha, Benção, Aú e role.

Sequencia mestre bimba II: Com os alunos dispersos em tabuleiro trabalha a ginga cocorinha, armada com negativa e cabeçada.

Roda: realizar uma roda executando os dois movimentos simultaneamente.


Lenço













10 MINUTOS





10 MINUTOS

10 MINUTOS



10 MINUTOS



5 MINUTOS

Referências Bibliográficas:
1.     Freita, Jorge luiz: Capoeira infantil.
2.     http://unicarportugal.no.sapo.pt/sequencia.htm acesso em: 13/09/2012 




PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA
DISCIPLINA DE LUTAS

ALUNO: ERICK,  IVAN, JONATAN, GIOVANI
TEMA DE ESTUDO: CAPOEIRA
SUB - TEMA: GINGA, SEQUENCIA DO MESTRE PIMBA

OBJETIVOS

 

Vivenciar elementos da cultura corporal, orientando-se em espaços e tempos, Interagir, dentro do ambiente escolar, Reconhecer, nos elementos da cultura corporal, uma opção de prática para o preenchimento sadio do tempo livre.
.

 



PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

RECURSOS MATERIAIS
TEMPO PREVISTO


CARANGUEJO LIGEIRO: Delimita-se com giz uma área como se fosse um rio. Dentro do rio ficará uma criança de quatro apoios como se fosse um caranguejo. As crianças terão que atravessar o rio, dando Aú, de um lado para o outro. Quem for pego vira caranguejo também. A brincadeira termina quando todos forem pegos.

GINGA: Com os alunos dispersos em tabuleiro por diferes ritmos para eles perceberem e poder executar a ginga.

Sequencia mestre bimba III: Com os alunos dispersos em tabuleiro trabalha a ginga martelo, martelo, cocorinha, Benção, Aú e role.

Sequencia mestre bimba III: Com os alunos dispersos em tabuleiro trabalha a ginga banda, banda, armada, negativa e cabeçada.

Roda: realizar uma roda executando os dois movimentos simultaneamente.



10 MINUTOS





10 MINUTOS

10 MINUTOS



10 MINUTOS



5 MINUTOS

Referências Bibliográficas:
1.     Freita, Jorge luiz: Capoeira infantil.
2.     http://unicarportugal.no.sapo.pt/sequencia.htm acesso em: 13/09/2012 

CAPOEIRA NO ENSINO INFANTIL




Capoeira no Ensino Infantil (02 aos 05 anos).



O artigo citado abaixo traz pesquisa sobre capoeira no ensino infantil, idades iniciais acima de 02 anos onde se pode observar que a maioria dos profissionais envolvidos tem dificuldades no trabalho com crianças de 02 aos 06 anos, e que o profissional quando com formação em Educação Física é o contrário. Este tem muito mais facilidade no trabalho desta faixa etária, pois trabalha muito mais com o lúdico do que com a técnica. Contudo quando se trata de idade superior aos 06 anos o profissional de Educação Física tem mais dificuldade, pois necessita ter muito mais técnica e requer um conhecimento especifico amplo. Conforme se pode observar em pequeno trecho transcrito abaixo do artigo.

Ao realizarmos este trabalho viemos buscar formas de compreender as possibilidades e potencialidades da utilização da capoeira enquanto um conteúdo escolar. Apontamos que os profissionais de educação física relatam maior segurança no trabalho com crianças na fase pré-escolar, principalmente em relação a um trabalho mais lúdico, enquanto que o não formado em educação física demonstrou insegurança no trabalho com faixa etária menor. Também verificamos a preocupação do profissional da área ter um conhecimento prévio da capoeira, mantendo suas tradições.

Observamos como preocupação dos profissionais a realização de uma capoeira adaptada ao ambiente escolar adequando golpes, musicas e os instrumentos ao ambiente escolar.

O presente trabalho mostrou-se que a capoeira como modalidade pode ainda ser explorada por profissionais sendo veiculo para relação da educação física escolar. A capoeira vem achando seu espaço de maneira crescente no ensino de crianças na pré-escola e ensino fundamental.



sábado, 1 de setembro de 2012

AULAS PROF. KEITH SATO - CAPOEIRA

PARA UMA BOA INTEGRAÇÃO COM A ATIVIDADE PROPOSTA DE CAPOEIRA É INICIADO COM O APRENDIZADO DE GINGA DE CAPOEIRA.



A GINGA É O MOVIMENTO BÁSICO DA CAPOEIRA


NA GINGA UMA PERNA FICA PARA FRENTE E A OUTRA PARA TRÁS NA DIAGONAL UMA DA OUTRA, SENDO QUE OS BRAÇOS FAZEM O MOVIMENTO CONTRARIO E POREM O BRAÇO LANÇADO PARA FRENTE FLEXIONADO NA FRENTE DO ROSTO E O CONTRÁRIO DA PERNA QUE ESTA Á FRENTE.

PARA INICIAR COM ESTA ATIVIDADE A PROFESSORA KEITH USOU UMA CORDA ONDE OS ALUNOS DEVERIAM ESTAR DISTRIBUÍDOS EM FORMA DE TABULEIRO E COM A CORDA, FORMAR UM TRIANGULO COM O VÉRTICE PARA TRÁS, ONDE O ALUNO DEVE REALIZAR A TROCA DOS PÉS COLOCANDO UM DE CADA VEZ NO VÉRTICE DO TRIANGULO PARA TRÁS, CONFORME MOSTRA A FIGURA ACIMA. REPETINDO VÁRIAS VEZES ATÉ QUE OS ALUNOS CONSEGUISSEM ENTRAR NO RITMO DA GINGA COM A MÚSICA.

TAMBÉM UTILIZAMOS OUTRA ABORDAGEM COM UM LENÇO NO SOLO NO LUGAR DA CORDA COM A MESMA ABORDAGEM, NA SEQUÊNCIA UMA ATIVIDADE LÚDICA ONDE UM ALUNO DE FRENTE PARA O OUTRO COM O LENÇO NA CINTURA, UM TENTARA RETIRAR O LENÇO DO OUTRO SE DEFENDENDO APENAS COM O MOVIMENTO BÁSICO DA CAPOEIRA A GINGA




TAMBÉM A GINGA SEGUIDA DE UM GOLPE, PODE SER LIVRE OU ESTIPULADO COMO A BENÇÃO OU OUTRO JÁ ENSINADO.

COMO A GINGA É UM MOVIMENTO BÁSICO DA CAPOEIRA TAMBÉM FOI REALIZADO UMA ATIVIDADE LÚDICA ONDE OS ALUNOS UM DE FRENTE PARA OUTRO TENTAM A TODO MOMENTO ROUBAR O LENÇO DO COLEGA QUE ESTA NA SUA CINTURA E O OUTRO FAZ O MESMO AO MESMO TEMPO, SENDO QUE SÓ SE PODE DEFENDER-SE GINGANDO. CONFORME SEGUE NO VÍDEO ABAIXO






ATAQUE

BENÇÃO


OUTRO ELEMENTO FOI ADICIONADO A GINGA CHAMADO A BENÇÃO, BASICAMENTE UM CHUTE PARA FRETE E PARA CIMA CONFORME MOSTRA A FIGURA, LEMBRANDO DE NÃO SAIR DO MOVIMENTO BÁSICO A GINGA.


DEFESA
CÓCORINHA

APÓS APRENDERMOS DOIS MOVIMENTOS DE ATAQUE APRENDEMOS O MOVIMENTO DE DEFESA CHAMADO DE CÓCORINHA ONDE COMO UMA CONTINUAÇÃO DA GINGA NOS AGACHAMOS QUASE SENTANDO EM NOSSOS CALCANHARES,UM DOS BRAÇOS NA ALTURA DO ROSTO PARA REALIZAR A DEFESA, CONFORME MOSTRA A FIGURA ACIMA.

APÓS ESTE APRENDIZADO A PROFESSORA KEITH PEDE PARA FORMARMOS DUPLAS PARA PRATICA-LOS UM ATACA E OUTRO DEFENDE DEPOIS INVERTE-SE PORÉM SEM CONTATO FÍSICO.


ATAQUE

AHÚ


ALUNOS EM FORMA DE TABULEIRO INICIAMOS A ATIVIDADE COM UMA PROGRESSÃO PEDAGÓGICA, UMA DAS PERNAS NA FRENTE AS MÃOS VOLTADAS PARA A PERNA DA FRENTE APÓIA UMA DAS MÃO NO CHÃO E A OUTRA IMPULSIONA AS PERNAS PARA CIMA COMO UMA MINI ESTRELINHA ESTA ATIVIDADE DE CHAMADA DE AHU BEBÊ, ESTE MOVIMENTO É CHAMADO DE CHO ----- CO ----- LA ---- TE, É REALIZADO EM QUATRO TEMPO, PARA CADA SILABA UM MOVIMENTO CHO-CO-LA-TE. PARA OS MAIS HABILIDOSOS PODE-SE FAZE-LO COM AS PERNAS ESTENDIDAS REALIZANDO O AHU NORMAL. CONFORME IMAGEM ACIMA.




PROPOSTO TAMBÉM PELA PROFESSORA A ASSOCIAÇÃO DO MESMO COM A GINGA.

ACIMA UMA AMOSTRA DE ATIVIDADE PARA TREINAR AHÚ COM AUXILO ALUNO COM ASSOCIAÇÃO DE GINGA + AHÚ + GOLPE.


ATAQUE

Meia lua
               
               NESTE MOMENTO DEVE-SE GINGAR E QUANDO FOR ATACAR DEVE-SE ALINHAR OS PÉS E INICIAR UM CHUTE EM FORMA DE ARCO DE FORA PARA DENTRO. MANTENDO A DEFESA DO ROSTO COM UMAS DAS MÃOS.


ARMADA





INICIA-SE COM A GINGA GIRANDO O CORPO PARA TRÁS REALIZANDO COM UMA DAS PERNAS UM CHUTE


ESQUIVA

REALIZADO PARA NOS ESQUIVAR DOS GOLPES






UMA DAS AULAS DA PROFESSORA KEITH APÓS ENSINAR ALGUNS GOLPES E SOBRE O RITMO DE FORMA QUE O ALUNO POSSA GINGAR E GOLPEAR OU DEFENDER-SE NO RITMO DA MUSICA, CONFORME MOSTRA VÍDEO DA AULA ABAIXO.



NAS ULTIMAS AULAS FORAM PROPOSTAS VÁRIAS ATIVIDADES PARA TRABALHAR DE MANEIRA LÚDICA O HISTÓRICO, OS GOLPES DE ATAQUE E DEFESA CONFORME SEGUE ALGUNS  NOS VÍDEOS ABAIXO









Referências:

Aulas Lutas 4º período Licenciatura Educação Física PUC - PR.

Vídeos aulas cedidos pelo colegas blog: LSA Lutas, Saúde, Aptidão Física.(http://lsalicenciatura.blogspot.com.br).

sábado, 25 de agosto de 2012

HISTÓRIA CAPOEIRA MESTRE BIMBA

CAPOEIRA


“A capoeira luta pela libertação pela arte e cultura de nossas raízes, passou (e continua passando) por um processo natural de transformação e hoje em dia está integrada a outras ferramentas socioculturais e, se bem utilizada em seus respectivos fundamentos, pode voltar a transformar vidas e até mesmo o destino de um País, assim como já o fez”.
A capoeira é uma arte marcial ou dança com elementos de origem africana trazida para o Brasil pelos escravos no século XVI, quando ainda éramos colônia portuguesa. A dança tornou-se popular por aqui e foi sendo passada geração após geração até se tornar uma dança típica no nosso país.
Uma das pessoas que colaborou (e muito) na popularização da capoeira no século XX foi Manoel dos Reis Machado, que ficou conhecido como Mestre Bimba. Nascido em 23 de novembro de 1900, há exatos 111 anos, Mestre Bimba foi o criador da chamada capoeira regional, cujo nome original era Luta Regional Baiana. Manoel dos Reis Machado faleceu em 05 de fevereiro de 1974, aos 73 anos.




            A energia dos 
treinos e das músicas, as cantigas e contos, a história, os fundamentos, a luta (diferentemente de briga) e outros elementos fazem com que os capoeiristas de hoje tenham mais responsabilidades do que somente a de “jogar a perna para o ar” ou simplesmente “atingir ao outro”.





O berimbau: é o instrumento musical ícone da Capoeira (considerado instrumento-rei), composto por um arco (envergado por um arame, portanto monocórdio), cabaça, caxixi, dobrão e baqueta que tem por função prover o toque da roda de capoeira e tem o poder de ditar a regra do jogo. Cada toque traz um fundamento e o capoeirista deve ser capaz de diferenciar cada um deles e apresentar o jogo correspondente. Alguns exemplos de toques são: São Bento Pequeno, São Bento Grande de Angola, Santa Maria, Idalina, Cavalaria, Benguela, Iuna, Samba de roda, Amazonas, Apanha laranja no chão tico-tico, cada um com sua respectiva história e fundamento.


O atabaque é um instrumento usado na capoeira de origem árabe, que foi introduzido na África por mercadores que entravam no continente através dos países do norte, como o Egito.
É geralmente feito de madeira de lei como o jacarandá, é um instrumento de forma cônico cilíndrica, na parte superior, a mais larga, são colocadas ''travas'' que prendem um pedaço de couro de boi bem curtido e muito bem esticado. É o atabaque que marca o ritmo das batidas do jogo. Juntamente com o pandeiro é ele que acompanha o solo do berimbau.


No Brasil, o pandeiro entrou por via portuguesa (origem provável é árabe). O negro aproveitou o pandeiro para utiliza-lo em seus folguedos. O pandeiro era usado para acompanhar as procissões religiosas, assim como ele fez parte da primeira procissão que se realizou no Brasil, em 13 de junho de 1549 na Bahia (Corpus Christi). Feito de couro de cabra e madeira, de forma arredondada, É o som cadenciado do pandeiro que acompanha o som do berimbau, dando "molejo" ao som da roda. Ao tocador de pandeiro é permitido executar floreios e viradas para enfeitar a música.

·         AGOGÔ
O Agogô é um instrumento de origem africana composto de um pequeno arco, uma alça de metal com um cone metálico em todas as pontas, estes cones são de tamanho diferente, portanto produzindo sons diferentes que também são produzidos com o auxílio de um ferrinho que é batido nos cones. Também faz parte da '' BATERIA'' da roda de capoeira Angola da Bahia.


Atabaque, pandeiro e agogô: eles entram necessariamente nesta ordem para acompanhar o ritmo do berimbau e constituir a “bateria” da roda de Capoeira.
           As músicas / cânticos: ladainha, contos, rimas, tudo voltado e harmonizado a cada toque de berimbau que exalta o chefe da roda, relata sua origem ou se refere a fatos e/ou personagens notáveis da história, além de também referenciar-se a fatos ligados à sabedoria popular, ditos e axiomas. É um momento único na vida de quem canta nas rodas de Capoeira uma vez que todas as atenções estão voltadas ao que será “dito na música” e, portanto, é quem liderará e colocará o “dendê” (a energia) para os praticantes e espectadores daquela roda de Capoeira. Mas vale ressaltar que este não é um quesito obrigatório, pois há toque de berimbau que, em seu fundamento, não permite que haja canto durante sua execução.



E as crianças, podem ser praticantes de Capoeira, este é um dos mais gratificantes momentos na vida de um Mestre! Por princípio, acreditamos que trabalhar na formação de uma criança é tratar a essência do futuro, no presente. Crianças, na Capoeira, que brincam, estudam, cantam, tocam, jogam, descobrem o seu respectivo potencial e respeitam a diversidade tendem a ser os futuros Mestres (Cidadãos) da paz e difusores da Capoeira e das raízes de nossa cultura. É o processo evolutivo sendo trabalhado (pelo Mestre consciente) para difundir os fundamentos mais nobres da Capoeira, além de ser o elo entre passado, presente e futuro.

       E como se tornar um Mestre de Capoeira?

              O ponto fundamental está justamente aí, em “se tornar”. Não se pode simplesmente “formar” um Mestre, colocar uma corda em sua cintura e sair para rodas e academias aplicando exercícios e golpes. Há de se buscar conhecimento nas literaturas, nas viagens, conversar com mestres “da velha guarda” que detém o conhecimento empírico (que está sumindo com o passar do tempo), praticar os fundamentos no jogo, dedicar tempo, adquirir experiência, enfim, viver a Capoeira ao lado de Mestres conscientes de seu papel para então evoluir no tempo, desenvolvendo bons trabalhos, fortalecendo e inovando as metodologias e desenvolvendo novos movimentos sem perder a essência da raiz.

         
           Prática esportiva pedagógica que desenvolve o aspecto motor, físico, cognitivo e afetivo envolvendo a música, o ritmo, o instrumento e o canto, promovendo a integração geral dos alunos. Pensando no desenvolvimento integral do aluno. Desenvolvendo ampla base de experiências nos diversos conteúdos que integram a Capoeira, para que os alunos desenvolvam a apreciação e o envolvimento com a modalidade a curto, médio e principalmente, a longo prazo. (SILVA, 1993).

Referências:

http://escravidaocapoeira.com (acesso em 25.08.12 as 16h45minh)
http://www.capoeirapopular.se/?page_id=211 (acesso em 25.08.12 as 16h45minh)

domingo, 17 de junho de 2012

Aula professora Keith introdução ao KARATE

Em aula lesionada pela professora Keith Sato, a professora utilizou algumas atividades para nos apresentar ao karate. A atividade em que foi nos apresentada primeiramente começava com o nome das 3 regioes do corpo no KARATE sendo ataque ou defesa. JODAN- ataque na altura da cabeça; CHUDAN do pescoço até a cintura; GUEDAN da cintura para baixo. a Atividade referente as regiões foi quando a professora fez com que os alunos correcem aleatoriamente na sala de aula e ao seu grito sendo CHUDAN,JODAN ou GUEDAN o aluno deveria tocar no seu colega referente ao local dito pela professora. E para explicar a historia do karate a professora fez a atividade em que alguns alunos seriam denominados como alguma parte historica da historia do karate como o nome do pais de origem JAPÂO, o seu criador FUNAKOSHI, assim fazendo com que todos os alunos ficassem em um grande circulo e ao meio foi colocado uma blusa esticada e cada vez que a professora gritava tao nome exemplo: JAPÂO. e o aluno determinado sendo JAPAO deveria tocar na blusa antes que os outros alunos que tambem correspondiam-se a mesma palavra, assim sendo uma brincadeira ludica que visa fixar os pontos historicos importantes do karate.

PLANO AULA KARATE - KUMITE


PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
Centro de Ciências Biológicas e da Saúde.
CURSO DE Licenciatura em Educação Física
PA: – Lutas
DATA: 20 / Maio / 2012 HORÁRIO: 07:45h Número de alunos: 30
ALUNOS: Ivan, Jonathan, Erick, Giovani, Jackson. Série/Faixa etária a que se destina a aula: Ciclo II Seg. Etapa 4º e 5º anos Ensino Fundamental de 9 anos
TEMA DE ESTUDO: Lutas na Escola SUB - TEMA: Karate - Kumite.
COMPETÊNCIAS / OBJETIVOS:    
Percussão: Tocar, golpes simulados com mãos e pés, ataque e defesa.

MOBILIZAÇÃO DO CONHECIMENTO

             O kumite permite desenvolver a tática e a estratégia, seu aprendizado é progressivo.




PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

RECURSOS MATERIAIS
TEMPO PREVISTO
    AQUECIMENTO:
    Espalhados pela sala ou quadra é proposta um variação de pega pega o Pega Elefante.
    O Pegador devera estar com uma mão no nariz e a outra passando por dentro desta formando uma tromba de elefante. Todo aluno que for pego também se torna elefante, pode-se aplicar 02 a 03 vezes mudando os pegadores.
Sala ou Quadra e Tatame
10 min
    PARTE PRINCIPAL:

    1. Luta do saci: Alunos em dupla, em pé, separados um do outro não mais que a distancia de dois pés, somente com um dos pés apoiados no solo, o outro erguido para trás como um saci. Um tentará derrubar o outro usando apenas uma das mãos, visto que a outra estará segurando o pé elevado. Pode-se usar de pequenos empurrões e tapinhas, sem no entanto agarrar o colega.Perde quem desequilibrar e sair da posição de saci. Trocar de duplas a cada 3 minutos. Realizar com 3 duplas, total aproximado de 10 minutos 


    2 – Luta dos Animais - Em grupo de três, um será o macaco outro será o Tigre e o terceiro será o urso panda, O macaco irá atacar o Urso panda com golpes utilizando apenas as mãos, e o tigre irá atacar o macaco somente com os pés, ou vise versa, e o Urso Panda apenas irá se defender, contudo os atacantes não poderão atacar ao mesmo tempo e tudo deve ser em câmara lenta. Tentando utilizar os movimentos e golpes do Karatê , tomando o máximo cuidado para não machucar o colega. Todos deveram inverter as posições.

    3 – Luta dos Pregadores – Os alunos em duplas, de frente um para o outro, ambos só poderão retirar um dos pés do apoio tando no ataque quanto na defesa. Um aluno deverá colocar pregadores de roupa em várias partes do corpo como: Gola, costas, cintura, barra da calça, manga do blusa etc. Desde que fique visível. O outro que será o atacante deverá tentar retirar apenas um prendedor por vez, apenas ao sinal do professor, para tentar retirar os grampos deve-se tentar imitar golpes de karatê aquele que estiver com os grampos para impedir que o colega retire os grampos deve se defender com defesas de braço e perna, sempre com cuidado de ambos para não machucar o colega.


Tatame







50
Prendedores
de
Roupa
30 min
Parte Final:
     Alunos sentados em círculo, realizando movimentos de alongamento. Debater sobre a experiência de lutar e a violência atual.
Tatame
10 min




Referências Bibliográficas:

  1. BRENDA, Mauro. Pedagogia do esporte aplicada às lutas. São Paulo: Phorte, 2010. p.75-130